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Esportes

Veja principais momentos e curiosidades das Olimpíadas de Inverno 2026

24 de fevereiro de 2026

Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, encerrados neste domingo (23/2), entraram para a história com uma edição marcada por feitos históricos. Realizados através da primeira vez de forma descentralizada em duas cidades principais, Milão e Cortina d’Ampezzo, além de outras regiões como Bormio, Livigno, Anterselva e Val di Fiemme, os jogos agruparam aproxamadamente 2.900 esportistas de mais de 90 países em 116 eventos de medalha.

Leia também Laila Edwards: Primeira mulher negra a conquistar ouro através da seleção feminina de hóquei dos EUA. A defensora de 22 anos, nascida em Cleveland Heights, fez história dupla: primeiro como a primeira mulher negra a representar os EUA em hóquei no gelo olímpico, e depois ao se tornar a primeira mulher negra a ganhar ouro com a seleção norte-americana.

Isso ocorreu na final contra o Canadá (2-1 na adiamento). Edwards contribuiu com assistências e pontos decisivos durante o certame. Ela também marcou o primeiro gol de uma mulher negra através da seleção americana em Jogos Olímpicos durante o torneio.

Writing history.

Laila Edwards becomes the first Black American to win a medal in Olympic ice hockey. #WinterOlympics pic.twitter.com/I39mpOjxRs

— Team USA (@TeamUSA) February 19, 2026

Lucas Pinheiro Braathen: Primeiro ouro e primeira medalha para o Brasil e para a América do Sul nas Olimpíadas de Inverno. O esquiador alpino de 25 anos, nascido na Noruega, mas representando o Brasil (país da mãe), venceu o slalom gigante masculino em Bormio com uma performance dominante.

Foi a primeira medalha de qualquer cor para o Brasil na história dos Jogos de Inverno — e o primeiro ouro para qualquer esportista da América Latina. Ele celebrou com samba na neve e o capacete escrito “Vamos Dançar”, virando ícone instantâneo para o continente.

1 de 3

Uniforme nas Olimpíadas de Inverno 2026

Robert Gauthier / Los Angeles Times via Getty Images

2 de 3

Andy Cheung/Getty Images

Alysa Liu: quebrou um jejum de 24 anos na patinação artística feminina dos EUA. A esportista conquistou o ouro no individual feminino, acabando com uma seca de 24 anos sem título olímpico para as mulheres dos EUA na modalidade. A última havia sido com Sarah Hughes em 2002.

Seu programa livre ao som de Donna Summer foi programado por zero nervosismo declarado por ela: “Eu convido a pressão para dentro”.

Itália bate recorde histórico de medalhas: os anfitriões italianos alcançaram 22 medalhas (superando as 20 de Lillehammer 1994), o melhor desempenho nos Jogos de Inverno para o país. Destaque para Lisa Vittozzi, que deu à Itália sua primeira medalha de ouro no biatlo.

Arianna Fontana: igualou recorde italiano de medalhas olímpicas. A velocista de short track Arianna Fontana chegou a 14 medalhas olímpicas na carreira, incluindo prata nos 500 m em 2026, empatando com o lendário esgrimista Edoardo Mangiarotti como a esportista italiana mais condecorada de todos os tempos.

Primeiro ouro no monobob para Elana Meyers Taylor com mensagem em ASL. Aos 41 anos, a americana Elana Meyers Taylor venceu o monobob feminino e, ao cruzar a linha, sinalizou em linguagem de indicações americana (ASL) “Mommy won” para seus dois filhos surdos — um momento emocionante de inclusão familiar.

Queda chocante de Ilia Malinin, o “Quad God”: o favorito absoluto na patinação artística masculina, Ilia Malinin, caiu duas vezes no programa livre e finalizou em 8º lugar, quebrando uma sequência de 14 vitórias consecutivas — um dos maiores choques da edição.

Mas ele chamou atenção por fazer uma manobra que ficou proibida durante 50 anos em uma competição dos jogos olímpicos.

At the 2026 Winter Olympics, American skater Ilia Malinin landed the once-banned backflip, legalized in 2024 after being prohibited since 1976.

The move helped him secure team gold and highlight his dominance.pic.twitter.com/MMNzFI0uPC

— Massimo (@Rainmaker1973) February 13, 2026

Com informações Metropoles

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