Close Menu
Gazeta Estiva Gerbi
  • Inicio
  • Estiva Gerbi
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Fale conosco
Destaques

Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

3 de outubro de 2026

Videogames: Kena: Scars of Kosmora é adiado para 2027 e ganha novos detalhes

2 de outubro de 2026

Santos regulariza ocupação do Centro de Treinamento Rei Pelé

2 de outubro de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Estiva Gerbi
  • Anuncie!
Facebook Instagram
Gazeta Estiva Gerbi
  • Inicio
  • Estiva Gerbi
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Fale conosco
Gazeta Estiva Gerbi
Noticias

Mulheres indígenas morrem 72% mais na gravidez e pós-parto, aponta pesquisa

26 de maio de 2024


Mulheres indígenas têm maior incidência de morte na gravidez e puerpério em comparação a mulheres de outras etnias. Enquanto a taxa de morte materna de não-indígenas é 67 a cada 100 mil nascidos vivos, o número sobe para 115 entre mulheres indígenas – cerca de 72% mais.

As taxas estão bem acima da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o Brasil: menos de 30 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos até 2030.

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Unicamp avaliaram 13.023 mortes maternas registradas no SUS entre 2015 e 2021. Dessas, 205 (1,6%) eram de mulheres indígenas. Considerando que apenas ​​0,83% da população brasileira é indígena, segundo o IBGE, o número alerta para a maior vulnerabilidade entre mulheres de etnia indígena durante e após a gestação. 

A pesquisa foi publicada na última quarta-feira (15) no periódico “International Journal of Gynecology and Obstetrics”. Os autores mostram que a taxa de mortalidade materna de povos tradicionais é mais elevada em todas as causas de morte. O principal motivo de falecimento entre as mulheres indígenas foi hemorragia. Já entre mulheres de outras etnias, é hipertensão. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, hemorragia é uma das principais causas de morte em locais de baixa renda, como países da África. Por aqui, a maior parte das mortes entre mulheres indígenas ocorreu após o parto. Segundo José Paulo de Siqueira Guida, um dos autores do estudo, isso evidencia a negligência e falha do sistema de saúde no cuidado a essas mães, principalmente no puerpério.

“Tanto a hemorragia quanto a hipertensão são potencialmente tratáveis e evitáveis com medidas de vigilância do sangramento após o parto, uso de medicações para controle de pressão arterial e identificação precoce e oferta de antibióticos nos casos de infecção”, disse o professor e pesquisador em comunicado.

Mais do que a perda de uma vida, a morte materna têm impactos profundos na família e na sociedade – especialmente em grupos indígenas. “Uma morte materna provoca desestruturação familiar, perda de confiança da comunidade no sistema de saúde”, diz Guida.

Publicidade

Share. Facebook Twitter Email Telegram WhatsApp

Notícias relacionadas

Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

3 de outubro de 2026

Real Time: Renan Filho tem 49% e JHC marca 46% no 1º turno em Alagoas

2 de outubro de 2026

GO: depois de 14 anos de espera, caso Davi Sebba começa a ser julgado nesta 5ª

1 de outubro de 2026
Moscay
Últimas Notícias

Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

3 de outubro de 2026

Real Time: Renan Filho tem 49% e JHC marca 46% no 1º turno em Alagoas

2 de outubro de 2026

Justiça Eleitoral Reforça Fiscalização De Santinhos E Proibição De Celulares Na Cabine Em Mogi Guaçu E Estiva Gerbi

2 de outubro de 2026

GO: depois de 14 anos de espera, caso Davi Sebba começa a ser julgado nesta 5ª

1 de outubro de 2026
2026 - Gazeta Estiva Gerbi - Notícias da cidade e da região - Grupo T25.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.