Close Menu
Gazeta Estiva Gerbi
  • Inicio
  • Estiva Gerbi
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Fale conosco
Destaques

Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

3 de outubro de 2026

Videogames: Kena: Scars of Kosmora é adiado para 2027 e ganha novos detalhes

2 de outubro de 2026

Santos regulariza ocupação do Centro de Treinamento Rei Pelé

2 de outubro de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Estiva Gerbi
  • Anuncie!
Facebook Instagram
Gazeta Estiva Gerbi
  • Inicio
  • Estiva Gerbi
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Fale conosco
Gazeta Estiva Gerbi
Noticias

Fux sobre bets: “Sem regulação não se pode permanecer nessa atividade”

12 de novembro de 2024

Depois de dois dias de audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) acerca dos impactos das bets no Brasil, o ministro Luiz Fux afirmou estar convicto de que, “sem regulação, não se pode permanecer nessa atividade”. Fux ouviu 43 representantes de órgãos públicos, de organizações da sociedade civil, acadêmicos, times de futebol, setor varejista e integrantes dos poderes Legislativo e do Executivo.

O ministro convocou o acontecimento com o intuíto de conseguir contribuições com informações técnicas para subsidiar o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 7.721, em que a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) pede a invalidação da Lei das Bets (Lei 14.790/2023).

“A audiência foi riquíssima. Eu consegui destacar mais de duas dezenas de pontos de atrito que devem ser avaliados pelo STF, mas uma coisa se tornou muito uniforme em todas as explanações: é a questão da falta de regulação. Sem regulação, não se pode permanecer nessa atividade. E é isso que eu vou avaliar”, adiantou Fux.

O ministro lembrou que existe a afirmação de que já existe uma regulação por intermédio de portarias do Ministério da Fazenda, mas que ainda não entraram em vigor. “Vou avaliar exatamente esse prazo de vigência das portarias e a questão da avaliação material de tantos problemas que foram suscitados, como problemas psíquicos, endividamento e outras questões inerentes ao vício da aposta. Isso tudo vai ser analisado com mais cuidado, porque os dados ainda são muito imprecisos”, completou o ministro, depois de o término da audiência.

Veja a fala do ministro:

A audiência iniciou nesta segunda-feira (11/11), e contou com a manifestação de mais de 30 representantes de órgãos públicos, de organizações da sociedade civil e de acadêmicos.

Nesta terça (12/11), segundo e último dia, 13 expositores falaram. Dentre eles representantes do Senado Federal, de entidades da sociedade civil, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e de clubes de futebol.

Final do futebol

Representantes do Botafogo, Fluminense e Cruzeiro falaram no acontecimento. Embora tenham entoado discursos diferentes, todos foram unânimes em suas apresentações no ponto em que acreditam que o final das bets provocaria o final do futebol no Brasil.

Na noite de segunda-feira (11/11), a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu para que o STF declare inconstitucional a Lei das Bets, que regulamentou o mercado de apostas no Brasil. Os clubes pediram o contrário: que Lei nº 14.790/2023 seja mantida. Para eles, a inconstitucionalidade dessa lei não extinguirá o mercado de apostas, mas o manterá de forma clandestina. Os times também dizem que os avanços para o futebol se extinguirão.

Em torno de 30 clubes de futebol assinaram um manifesto pedindo a manutenção da legislação. O advogado do Fluminense, André Sica, explicou representar todos os times na leitura do documento e citou que, hoje, 15 times da série A contam com patrocínio master das casas de aposta.

“É evidente que o ambiente regulado permite também que os clubes escolham um aspecto positivo do mercado, uma vez que ele representa uma das maiores fontes de receitas do futebol brasileiro, seja pela venda de espaços publicitários nos estádios ou pela obtenção de patrocínios”, explicou Sica.

O advogado do Cruzeiro, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, ressaltou que a realidade do futebol no Brasil mudou e que, hoje, “o futebol brasileiro não existe sem o patrocínio das bets. Os clubes vão quebrar. Talvez não o Flamengo, porque tem uma imensa torcida, mas os pequenos, alguns grandes, vão quebrar”, afirmou ele na tribuna do STF.

Veja os eixos temáticos abordados nos dois dias de audiência pública na Corte:

  • Questões técnicas associadas à saúde mental e aos impactos neurológicos da prática das apostas sobre o comportamento humano;
  • Efeitos econômicos para o comércio e seus efeitos na economia doméstica;
  • Consequências sociais desse novo marco regulatório;
  • Uso das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e demais crimes;
  • Tributação e extrafiscalidade no setor de apostas;
  • Transparência das plataformas de apostas;
  • Publicidade e instrumentos de gameficação no setor de apostas;
  • Direitos patrimoniais dos apostadores.

Com informações Metropoles

Share. Facebook Twitter Email Telegram WhatsApp

Notícias relacionadas

Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

3 de outubro de 2026

Real Time: Renan Filho tem 49% e JHC marca 46% no 1º turno em Alagoas

2 de outubro de 2026

GO: depois de 14 anos de espera, caso Davi Sebba começa a ser julgado nesta 5ª

1 de outubro de 2026
Moscay
Últimas Notícias

Mesmo proibidos, deepfakes tomam conta das redes antes da eleição

3 de outubro de 2026

Real Time: Renan Filho tem 49% e JHC marca 46% no 1º turno em Alagoas

2 de outubro de 2026

Justiça Eleitoral Reforça Fiscalização De Santinhos E Proibição De Celulares Na Cabine Em Mogi Guaçu E Estiva Gerbi

2 de outubro de 2026

GO: depois de 14 anos de espera, caso Davi Sebba começa a ser julgado nesta 5ª

1 de outubro de 2026
2026 - Gazeta Estiva Gerbi - Notícias da cidade e da região - Grupo T25.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.