Close Menu
Gazeta Estiva Gerbi
  • Inicio
  • Estiva Gerbi
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Fale conosco
Destaques

Policial morre depois de sofrer mal súbito em partida de futebol no Paraná

17 de agosto de 2026

Homem morre ao cair do 14º caminhar depois de ser torturado e amarrado no PR

16 de agosto de 2026

Videogames: Criador dos Simpsons reforça rumores sobre retorno de Hit & Run

16 de agosto de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
  • Estiva Gerbi
  • Anuncie!
Facebook Instagram
Gazeta Estiva Gerbi
  • Inicio
  • Estiva Gerbi
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Fale conosco
Gazeta Estiva Gerbi
Noticias

4×1? Dinossauros brasileiros e argentinos já brigavam existe 230 milhões de anos

27 de março de 2025


Alguns dos dinossauros mais velhos do mundo viveram nos territórios que hoje correspondem ao sul do Brasil e a Argentina.

Existe 230 milhões de anos, durante o momento Triássico, a maioria desses répteis ainda era de pequeno porte, mas os herrerassaurídeos gaúchos já se destacavam. Esses pioneiros tinham caudas longas e musculosas, garras e dentes afiados e podiam chegar a 6 m de comprimento.

Agora, um grupo de pesquisadores analisou fósseis de herrerassaurídeos avistados no Rio Grande do Sul e na Argentina e notou que eles já se envolviam em comportamentos sociais complicados, como brigas violentas. 

Entre os sete crânios de herrerassaurídeos analisados, três possuíam indicadores de ferimentos cicatrizados, que teriam sido causados por mordidas de outros herrerassaurídeos durante confrontos.

 

Esse tipo de comportamento ocorre até hoje entre vários animais, como os crocodilos. Mas nem sempre a briga é grave o suficiente para deixar marcas nos ossos, que poderão ser eternizadas através da fossilização.

A análise dos fósseis permite aos pesquisadores reconhecer se os ferimentos ocorreram antes da morte, se foram os causadores da morte ou se ocorreram bem depois, graças a impactos nos ossos do animal já morto.

O principal paleontólogo responsável através da descoberta, Maurício Silva Garcia, já tinha tido contato com alguns dos espécimes durante a sua pesquisa de mestrado na Universidade Federal de Santa Maria. Ao notar as marcas diferentes, ficou curioso: não dava para ter certeza do que se tratavam. 

O fóssil de Gnathovorax cabreirai, um herrerassaurídeo com ferimentos ósseas preservadas no maxilar.Rodrigo Temp Müller/Reprodução

Para descobrir, é preciso observar a estrutura do osso bem de pertinho, com uma lupa. Assim, o pesquisador notou padrões de porosidade nos ossos que não deixam questionamentos de que aqueles seres passaram por um intenso processo de inflamação local e cicatrização. 

“A gente analisa a microestrutura do osso ali em volta dessas marcas no detalhe mesmo, na lupa, para ter certeza. É bem difícil de identificar isso”, explica Garcia à Super. “Alguns outros crânios que analisamos até apresentavam marcas que a gente poderia atribuir a mesma coisa, mas como não dava para ter certeza, a gente acabou deixando eles de fora.”

Estudos em fósseis de outras épocas e outros lugares do mundo já tinham reconhecido esse tipo de comportamento agressivo entre animais da mesma espécie, como o Tyrannosaurus rex. Entretanto, é a primeira vez que evidências desse tipo são avistadas para o Momento Triássico, quando os dinossauros ainda não dominavam o mundo como no posterior Momento Jurássico. 

 

Para os autores, isso mostra que as disputas territoriais e hierárquicas podem ter surgido já durante o começo da evolução dos dinossauros. Apesar de serem velhos, os herrerassaurídeos sumiram durante uma grande mudança climática existe 225 milhões de anos e não deixaram descendentes.

“Esse grupo só existiu durante um pedacinho do Período Triássico, que, inclusive, é a mesma faixa de tempo que ocorre nas rochas aqui do Rio Grande do Sul e da Argentina. Então, a gente tem a sorte de ter essas rochas: não existem herrerassaurídeos em rochas mais antigas nem em rochas mais recentes”, diz Garcia. 

O estudo foi postado hoje (26) no periódico científico The Science of Nature. As pesquisas são parte do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA), cuja sede em São João do Polêsine (RS) pode ser visitada gratuitamente de segunda a domingo em horário comercial para apreciação de dinossauros e outros fósseis avistados na área central do Rio Grande do Sul. 

Dá até para ver os restos fósseis de um dos dinossauros estudados, o Gnathovorax cabreirai, retratado na imagem acima, em excelente estado de conservação.

AS MAIS LIDAS DA SEMANA
Toda sexta, uma seleção das reportagens que mais bombaram no site da Super durante da semana. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter

Cadastro efetuado com sucesso!

Você receberá nossas newsletters através da manhã de segunda a sexta-feira.

 

Fonte: Super Interessante

Share. Facebook Twitter Email Telegram WhatsApp

Notícias relacionadas

Policial morre depois de sofrer mal súbito em partida de futebol no Paraná

17 de agosto de 2026

Homem morre ao cair do 14º caminhar depois de ser torturado e amarrado no PR

16 de agosto de 2026

CNJ decide manter juiz da recuperação judicial do Grupo João Santos

15 de agosto de 2026
Moscay
Últimas Notícias

Policial morre depois de sofrer mal súbito em partida de futebol no Paraná

17 de agosto de 2026

Homem morre ao cair do 14º caminhar depois de ser torturado e amarrado no PR

16 de agosto de 2026

CNJ decide manter juiz da recuperação judicial do Grupo João Santos

15 de agosto de 2026

Em plano, presidenciável do PSTU sugere “enfrentar o imperialismo”

14 de agosto de 2026
2026 - Gazeta Estiva Gerbi - Notícias da cidade e da região - Grupo T25.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.